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jun 29

A versão mais barata do novo iPhone custa 179 dólares em materiais e despesas de produção, segundo uma detalhada análise do grupo de pesquisas iSuppli, divulgada nesta quarta-feira.

Para a produção do modelo de 16 gigabytes do novo iPhone, os materiais custam 172,46 dólares e a fabricação, 6,50 dólares, avaliou a iSuppli.

No varejo, o aparelho celular é vendido a 199 dólares, mas o valor é em grande parte subsidiado pela compra vinculada ao plano de serviços da operadora norte-americana AT&T, que tem direitos exclusivos de venda do produto.

No ano passado, a iSuppli avaliou os custos de material e produção do modelo mais barato do iPhone 3G de segunda geração em 174,33 dólares.

O analista da iSuppli Andrew Rassweiler afirma que o iPhone 3GS é semelhante ao 3G em termos de componentes e design.

“Ao balancear este aspecto em comum para otimizar o custo dos materiais, e se aproveitar da queda dos preços no mercado de componentes eletrônicos, a Apple pôde fornecer um produto de mais alto nível com mais espaço de memória e mais ferramentas, mas com um custo de materiais e fabricação só um pouco maior.”

O novo iPhone manteve processador de aplicativos da Samsung e é equipado com memória flash da Toshiba.

O aparelho também usa chips da Broadcom, da Infineon Technologies AG, da STMicroelectronics e da TriQuint Semiconductor.

O iPhone 3GS chegou às prateleiras na última sexta-feira, e vendeu mais de 1 milhão de unidades nos primeiros três dias desde o lançamento, segundo a Apple.

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dez 18

Já disponível como serviço, Taxi.com.br será lançado como aplicativo para iPhone e iPod touch em 20 de dezembro com suporte a 31 cidades

A malícia de alguns motoristas de táxi na hora de cobrar a corrida pode ser enfrentada por alguns usuários do iPhone a partir da segunda quinzena de dezembro, quando a IdeaValley Innovation lança o aplicativo Taxi.com.br.

Já disponível como serviço online voltado a telefones celulares, o Taxi.com.br traça rotas e determina o valor da corrida para 31 cidades brasileiras.

Ao ser lançado oficialmente para iPhone e iPod touch em 20 de dezembro, o aplicativo gratuito carregará novidades como a integração com cooperativas de táxi regionais, o que permitirá que usuários liguem encomendando o carro após checar o valor da corrida.

Após o lançamento, a empresa pretende sofisticar o aplicativo para que seja possível classificar motoristas e até mesmo usar o iPhone como plataforma para pagamento da corrida, em substituição aos boletos, segundo Antônio Marques, co-responsável pelo projeto dentro da incubadora IdeaValley Innovation.

“Empresas e usuários finais poderão comprar créditos através do nosso sistema”, afirma, detalhando um provável modelo de negócios do aplicativo, junto a anúncios geo-segmentados, aproveitando o GPS integrado no iPhone.

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out 22

Subsídios ao aparelho levaram empresas a revisão de planos.
Vendas aumentam, mas lucro a curto prazo tende a cair.


Com novo iPhone lançado a US$ 200 nos EUA, operadoras foram obrigadas a rever planos

Os lucros das três principais operadoras de telefonia dos Estados Unidos estão sendo pressionados por fortes descontos de celulares, iniciados pelo robusto subsídio da AT&T ao iPhone.

A AT&T, a Verizon Communications e a Sprint Nextel Corp devem divulgar quedas nas margens de lucros de celulares quando informarem os resultados do terceiro trimestre, o que deve acontecer nas próximas semanas.

Nesse cenário, também é incluído o reflexo da contenção de consumidores na compra de serviços extras, como de dados, para diminuir suas contas de telefone, ante uma economia mais fraca.

Operadoras de telefonia móvel sempre arcaram com parte dos custos dos telefones para persuadir consumidores a aderir a contratos de longo prazo, mas a líder de mercado AT&T baixou a sua margem quando ajudou a Apple a lançar seu último modelo do iPhone por somente US$ 200, em 11 de julho.

Esse fato forçou a Verizon Wireless, a maior rival da AT&T, e a Sprint, terceira maior no mercado de telefones móveis dos Estados Unidos, a seguirem a mesma medida e darem subsídios aos seus aparelhos mais modernos, disseram analistas.

Enquanto essa medida ajuda a impulsionar a receita de serviço no longo prazo, faz com que os lucros do curto prazo sejam atingidos.

“O efeito disso é uma lucratividade menor no ramo de telefones móveis para todas as operadoras”, disse o analista da UBS John Hodulik, acrescentando que o iPhone está vendendo mais rápido do que ele esperava, o que é ruim, na verdade, para a lucratividade da AT&T no curto prazo.

“Os subsídios têm aumentado de qualquer forma, mas o novo iPhone e os esforços para defendê-lo trouxeram a situação para um novo patamar”, disse ele.

Espera-se que a AT&T, que deve divulgar seus resultados na quarta-feira, seja a mais afetada. Michael McCormack, analista do JPMorgan, prevê o que ele chama de uma queda “chocante” na margem de lucro da companhia para 36,1% no terceiro trimestre, ante 41,2% no segundo trimestre. Ele estima que a AT&T dependerá do ramo de celulares em 45% de seu lucro operacional em 2008.

Mau sinal

McCormack prevê que a margem da Verizon Wireless, de propriedade da Verizon Communications e do Vodafone Group, caia para 43,8%, ante 45%. Ele disse que 40% da renda de operações da Verizon Communications para 2008 tem origem no ramo de telefonia móvel.

“Nós esperamos que o sucesso do iPhone 3G da AT&T pressione os resultados da Verizon Wireless”, disse McCormack, que acrescentou que qualquer pressão na Verizon é um mau sinal, sendo que a empresa geralmente divulga os resultados mais consistentes da indústria.

A Verizon deve divulgar seus resultados trimestrais no dia 27 de outubro, e a Sprint, no dia 7 de novembro.

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ago 14

Quando a Apple anunciou em março que abriria o iPhone a programadores externos de software, prometeu que os aplicativos resultantes ajudariam a criar recursos “espantosos” e “inovadores” que ajudariam a transformar o conceito do celular inteligente.

Na semana passada, foi lançado um aplicativo que transforma o iPhone em um megafone que proclama “I am rich” (eu sou rico). Trata-se do nome de um programa que pode ser baixado e não promete nada mais do que sinalizar ao mundo que seu comprador tem dinheiro suficiente para pagar US$ 1 mil para baixar a imagem de um rubi multifacetado.

Criado pelo programador alemão Armin Heinrich, o software foi desenvolvido basicamente como piada. “Descobri que alguns usuários se queixavam dos preços de aplicativos para iPhone superiores a US$ 0,99″, disse Heinrich. “Para mim, era uma forma de arte. Não imaginava que muita gente viesse a comprar, e que surgisse tanto barulho a respeito”.

O valor de um bem de consumo dirigido ao mercado de luxo, afinal, é raramente determinado pelo custo das matérias-primas e fabricação, e sim pela percepção de exclusividade que ele gera.

Mas aparentemente o humor desapareceu com a tradução. De acordo com reportagem do Los Angeles Times, oito pessoas compraram o aplicativo, o que valeu US$ 5,6 mil ao criador, dada sua participação de 70% nos lucros. (O resto fica para a Apple.)

Heinrich foi bombardeado por mensagens de e-mail e telefone, “muitas delas insultuosas”, segundo ele. “Não me incomodo em devolver o dinheiro. Não queria prejudicar ninguém com meu aplicativo”.

A Apple se recusou a comentar. Mas no passado havia afirmado que nenhum aplicativo é colocado à venda sem que a empresa o aprove.

Há também um sistema para que o usuário teste um aplicativo antes de comprá-lo, um recurso que poderia ter reduzido ainda mais as vendas do “I am Rich” – talvez para zero.

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ago 09

Aplicativo custa US$ 999,99 e tem como única função exibir pedra preciosa.
Usuário disse que clicou por brincadeira e acabou efetuando a compra.

Um usuário da loja de aplicativos App Store, da Apple, escreveu uma mensagem em tom desesperado dizendo ter comprado o “I am rich” por acidente. O software para o telefone celular iPhone chama atenção por conta de seu preço e função: com o nome “eu sou rico”, em português, ele custa US$ 999,99 e a única coisa que faz é exibir na tela do aparelho uma pedra preciosa vermelha.

Identificado apenas como Lee5279xx, o homem escreveu na seção de comentários do site que clicou para comprar o programa, mas apenas por brincadeira. “Esqueci que minha mulher tinha o iclick ativado no computador e realmente adquiri o aplicativo por US$ 999”, escreveu o homem chamado pelo site “Valleywag” de marido desesperado.

“Lee5279xx provavelmente se referia ao pedido de confirmação de compra. Mas a Apple só oferece isso para as canções de US$ 0,99, e não para desocupados que gastam milhares de dólares”, continuou a página. No texto, o homem dizia ter entrado em contato com sua operadora de cartão de crédito para cancelar a compra, mas eles ainda não haviam resolvido seu problema.

“Isso não é brincadeira. Não comprem esse aplicativo. E por favor, Apple, remova-o da App Store”, pediu. E o programa realmente foi retirado da loja, mas não se sabe se essa decisão da Apple está relacionada com a reclamação. Segundo o jornal “Los Angeles Times”, oito pessoas compraram a jóia virtual antes de ela ser removida.

O software para iPhone foi desenvolvido por Armin Heinrich e, segundo a descrição que aparecia na página oficial, é “uma obra de arte, sem nenhuma função escondida”. Sites e blogs de tecnologia criticaram a iniciativa: o “Silicon Alley Insider” lamentou que idéias “inúteis” chegassem à loja virtual da Apple, enquanto desenvolvedores “sérios” aguardam na fila para lançar seus produtos.

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