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jun 14

iPhone gera novas maneiras de ganhar dinheiro

Postado em: iphone, noticias | por: Iuri Iovanovich, ás 10:05 Sem Comentários »

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Muito dos criadores de programas para o celular iPhone, da Apple, já conseguem ganhar a vida decentemente, com a venda de centenas de milhares de cópias de programas destinados ao aparelho criados em seus escritórios ou garagens.

Mas agora está surgindo uma nova maneira de ganhar dinheiro com a criação de programas para o iPhone: primeiro, vender aplicativos; depois, vender a empresa que você criou para desenvolvê-los.

Desde que o número de aplicativos baixados para o iPhone por meio da App Store da Apple superou a marca de um bilhão, e diante do total de mais de 40 milhões de iPhones e de iPods Touch vendidos desde 2007, um número crescente de empresas vem considerando o setor de comunicação móvel como uma possível nova fonte de receita regular. Recentemente, a IAC/InterActiveCorp, conglomerado de mídia online fundado por Barry Diller, e a Amazon.com adquiriram empresas que desenvolvem programas para celulares. Empresas menores também começaram a montar carteiras de aplicativos mais amplas.

Depois que a Apple demonstrou que novos aplicativos ajudam a vender mais celulares, o mercado para esse tipo de software começou a se expandir rapidamente. Produtoras de celulares e software como a Palm, Research in Motion (fabricante do BlackBerry), Nokia e Microsoft estão desenvolvendo lojas online para aplicativos que funcionem nos celulares equipados com os seus sistemas operacionais. Aplicativos também podem ser desenvolvidos para os celulares equipados com o sistema operacional Google Android.

A maior parte da ação nesse segmento de mercado continua concentrada nos aplicativos para o iPhone, e é isso que faz da Worldwide Developer’s Conference, o evento anual da Apple para seus programadores, que acontece esta semana em San Francisco, uma ocasião muito importante para os criadores de software e os investidores. Os programadores demonstrarão novos produtos que operam com o mais recente software da Apple, o qual permite que os usuários comprem assinaturas para aplicativos e acrescentem facilmente recursos adicionais tais como acesso a níveis mais avançados de jogos ou guias urbanos adicionais. O potencial de receita adicional deve atrair ainda mais interesse dos potenciais compradores em busca de aquisições.

“Haverá interesse muito maior pelos aplicativos para o iPhone depois que o sistema operacional do aparelho for atualizado”, disse Greg Yardley, co-fundador da Pinch Media, uma empresa de análise do mercado de comunicação móvel, falando sobre o lançamento da terceira versão do sistema operacional do iPhone, que aconteceu durante a conferência. “Veremos alguns modelos de negócios realmente interessantes emergindo devido a essa nova capacidade de vender produtos virtuais”.

O crescente interesse por empresas de criação de aplicativos está sendo conduzido por companhias que desejam adquirir incorporar aplicativos para celulares aos seus produtos ou serviços. Elas consideram que isso permitirá que vão além da web em seus esforços para conquistar consumidores. Ainda que muitos desses aplicativos sejam gratuitos, a disposição

dos usuários a pagar US$ 1 ou mais por esses programas oferece esperança às empresas de que aplicativos para celulares possam se tornar uma de renda mais confiável que os sites de internet.

“As empresas estão se perguntando de que maneira podem se beneficiar do iPhone”, disse Matt Murphy, sócio do grupo de capital para empreendimentos Kleiner Perkins Caufield & Byers, que mantém um fundo de US$ 100 milhões destinado exclusivamente a investimento em empresas iniciantes que desenvolvam aplicativos para o iPhone. “Em lugar de tentarem criar propriedades organicamente, essas empresas procuram por aplicativos já estabelecidos e selecionam aqueles que parecem se adaptar bem a elas”. (A produção de um aplicativo profissional e com bom acabamento para o iPhone pode custar até US$ 50 mil.)

Com uma presença instantânea e estabelecida na plataforma iPhone, disse ele, uma empresa poderia ganhar acesso a uma base estável e leal de fãs. Para uma empresa grande que esteja tentando chegar ao mercado móvel com rapidez, “aqueles poucos milhões de usuários podem na verdade valer mais que a propriedade em si”, ele disse. Foi essa a abordagem adotada pela IAC, que controla mais de 35 empresas de internet, entre as quais Ask.com, CollegeHumor e Evite. No mês passado, ela adquiriu a UrbanSpoon, uma empresa iniciante de Seattle que recomenda restaurantes locais, por quantia não revelada. Trata-se da criadora de um dos mais populares aplicativos da App Store, com quase cinco milhões de downloads.

“O iPhone tem parte importante em nossa estratégia móvel”, disse Leslie Cafferty, porta-voz da IAC. “Desenvolver um aplicativo requer muito trabalho e investimento. Para nós, parecia muito mais atraente comprar um aplicativo já pronto”.

A CitySearch, outra das companhias da IAC, formou uma parceria inicial com a UrbanSpoon para distribuição de publicidade de críticas gastronômicas no site da companhia iniciante. Quando o aplicativo chegou ao mercado, em julho do ano passado, foi “como a cereja no bolo”, disse Cafferty.

Para os três criadores da UrbanSpoon, ser comprado por uma empresa maior foi “em parte oportunismo”, diz Ethan Lowry, um dos sócios do grupo. “Isso nos permitiu pensar em serviços de escala mais ampla que poderemos oferecer”, além de propiciar estabilidade, ele afirmou.

“A segurança de uma empresa de maior porte aliviou em parte o desgaste financeiro de nossa situação”, disse.

A Amazon, com seu leitor eletrônico Kindle, considera os aplicativos para celulares como uma maneira de expandir o mercado dos livros eletrônicos que tem à venda. No final de abril, ela adquiriu o Stanza, um serviço de software que permite que os usuários adquiram uma biblioteca de 100 mil livros por intermédio do celular.

Mas não são apenas as grandes empresas que começam a ver como promissora a popularidade do celular Apple e a alta demanda por seus programas.

A Tapulous, uma empresa iniciante de Palo Alto, na Califórnia, adquiriu um jogo chamado Tap Tap Revenge junto ao programador que o criou, Nate True, em julho. O jogo, que tomou por modelo videogames de sucesso como Guitar Hero, que desafia os jogadores a acompanhar o ritmo de canções de sucesso, foi baixado por mais de um terço dos consumidores digitais da iTunes App Store, de acordo com o grupo de pesquisa de audiência comScore.

“Estamos muito entusiasmados com a oportunidade de encontrar colegas na conferência da Apple, e de estudar suas interessantes idéias e aplicativos no espaço dos jogos musicais”, disse Andrew Lacy, vice-presidente de operações da Tapulous.

Outras empresas decidiram basear seus negócios na aquisição de programas não completamente desenvolvidos, para completá-los, alterar seu design e propiciar um bom acabamento, antes que sejam lançados na App Store. Por exemplo, a Ngmoco, uma produtora iniciante de videogames sediada em San Francisco, pretende trabalhar apenas com jogos para o iPhone e iPod Touch, e recentemente adquiriu um quebra-cabeças virtual colorido e engraçado chamado Rolando, criado pelo programador britânico Simon Oliver.

“Quando decidimos montar a nossa empresa, achamos que o melhor modelo seria contratar os melhores programadores disponíveis e ajudá-los a conduzir suas criações ao mercado”,disse Neil Young, o presidente-executivo da Ngmoco. Segundo o executivo, a empresa também tem um departamento interno de criação de jogos para celulares, mas não deixa de procurar novos programadores independentes, para considerar as novidades que eles estejam planejando.

Até o momento, a abordagem adotada pela empresa parece estar funcionando e muitos dos jogos que ela adquiriu ou projetou encontram espaço nas listas de produtos mais populares da App Store. A empresa tem mais quatro jogos prontos para lançamento nos dois próximos meses, bem como 15 outros títulos em estágios variados de desenvolvimento, entre os quais diversas continuações do Rolando.

Tradução: Paulo Migliacci ME

The New York Times

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jun 14

A AT&T afirmou que irá cortar pela metade o preço do atual iPhone da Apple a partir de segunda-feira e começará a vender a nova versão do aparelho a partir do dia 19 sem causar impacto a suas metas de lucro.

A operadora, que é provedora exclusiva do iPhone nos Estados Unidos, disse que os custos de venda do recém-anunciado iPhone 3G S seriam semelhantes aos custos do iPhone 3G original, que pressionou seu lucro no ano passado.

Mas, diferentemente de quando anunciou a venda do primeiro iPhone 3G, a AT&T afirmou que irá manter sua meta de margem de lucro para o serviço wireless “na faixa de baixo dos 40 por cento”.

No dia 19, a AT&T diz que irá começar a vender o novo iPhone 3G S por 199 dólares nas versões com espaço de armazenamento de 16 gigabytes e por 299 dólares no modelo de 32 gigabytes, para clientes que se submeterem a um plano de serviços de dois anos.

O novo iPhone 3G S permitirá acesso à Internet duas vezes mais rápida que a velocidade do iPhone atual e terá uma câmera de 3 megapixels, que pode gravar vídeos, segundo a Apple.

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mai 10

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A plataforma é usada por 10% dos 50 aplicativos mais baixados da App Store e entrega mais de 250 milhões de impressões (o que significa anúncios vistos por usuários dos aplicativos) por mês.

Segundo uma apresentação da AdWhirl, divulgada pelo Techcrunch, os aplicativos grátis que entram para a lista dos 100 mais populares faturam entre US$ 400 e US$ 5 mil por dia. Isso significa que um aplicativo dos menos lucrativos deste grupo seleto fatura pelo menos US$ 12 mil ao mês.

Antes de qualquer conclusão apressada, vale fazer algumas ressalvas. A primeira é que chegar entre os 100 mais baixados é privilégio de poucos entre os mais de 25 mil aplicativos disponíveis na App Store. A segunda é que se manter no topo também é um desafio – a maior parte dos aplicativos passa por período de hype e vai perdendo popularidade aos poucos. A terceira é que vender anúncios para aplicativos grátis é o negócio da AdWhirl, portanto é bom olhar para os dados com pelo menos um dedinho de desconfiança.

Dito isto, a notícia é muito boa para quem quer se aventurar na App Store, especialmente porque há menos concorrência e mais demanda do lado dos aplicativos grátis.

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abr 30

iPhone salva Apple e AT&T da crise

Postado em: iphone, noticias | por: Iuri Iovanovich, ás 00:11 Sem Comentários »

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Em meio aos mortos e feridos pela crise econômica global, duas empresas se saíram bem ao divulgar ontem seus balanços financeiros: Apple e a AT&T. O que elas têm em comum? Um único produto: o iPhone.

Enquanto a receita total e o lucro da AT&T caíram – 9% e 0,6%, respectivamente –, no segmento de telefonia móvel o lucro subiu 13% e a receita 9%.

Apesar das turbulências econômicas, a AT&T conquistou 1,2 milhões de clientes de telefonia celular no último trimestre. A Apple parece ser a grande responsável pelo feito, já que no mesmo período, a AT&T ativou 1,6 milhões de contas do iPhone.

A área móvel ajudou a AT&T a ter um lucro de US$ 3,2 bilhões, ou US$ 53 centavos por ação no trimestre, uma queda em relação aos US$ 3,52 bilhões, ou US$ 57 centavos por ação registrados no mesmo período do ano passado, mas acima das expectativas dos analistas de Wall Street.

Embora tenha ajudado a AT&T a conquistar clientes, o iPhone também custou caro à operadora. Para cada iPhone ativado, a AT&T paga à Apple um subsídio, estimado em US$ 400 milhões no período, segundo reportagem do Wall Street Journal.

O que nos leva à segunda beneficiada com a mágica do iPhone: a própria Apple. A companhia também bateu as expectativas de Wall Street, faturando US$ 8,16 bilhões e lucrando US$ 1,21 bilhão – ou US$ 1,33 por ação –, no que foi o melhor trimestre da história da companhia excluindo as vendas de final de ano.

A companhia vendeu 3,79 milhão de iPhones – um crescimento de 123% sobre o primeiro trimestre de 2008. A área de iPods também cresceu, mas a taxa bem mais modesta – apenas 3%, com vendas de 11 milhões de unidades – e a unidade de Macs teve queda de 3%, com 2,22 milhões de máquinas vendidas.

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mar 31

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Com 25 000 aplicativos e mais de 800 milhões de downloads, a AppStore está se tornando um importante recurso financeiro para a Apple.

De acordo com Charlie Wolf, analista da Needham & Co, a AppStore poderia trazer mais de um bilhão de dólares neste ano. Atualmente gera cerca de 303 milhões de dólares.

Se os resultados continuarem, a Apple irá atingir cerca de US$ 1 bilhão em 2009.

Para quem não sabe, a cada pedido, a Apple cobre 30% das receitas geradas pela aplicação. A AppStore é sinônimo de sucesso, criada em menos de um ano.

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