Jogos para iPhone: Super Sniper

Postado em games, iphone on janeiro 4th, 2009 by iPhone

Super Sniper
Super Sniper é um jogo que só entrou na app store hoje.

Descrição do jogo:

Os terroristas tomaram a cidade e o seu trabalho é elimina-los. O seu detetive irá entrar em contato com você por rádio sobre o seu próximo alvo, fique atento as chamadas. Você terá um tempo para neutralizar cada alvo antes de se tornar o alvo. Alguns terroristas podem estar com reféns, você só pode dar um tiro e tem que ser na cabeça, caso contrário você corre o risco de perder os reféns, acontecendo isso Game Over! Grandes prémios são concedidos para tiros na cabeça, ganhando bónus para completar cada nível mais rapido.

Super Sniper esta com desconto por um período muito limitado, custando apenas $ 0,99 dólares.
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Este jogo tem um grande potencial para ser realmente bom, mas tenho alguns pontos a levantar:

1. O acelerômetro não é sensível o suficiente em algumas situações e sensível de mais em outras. Acho que a melhor maneira de explicar é que o acelerômetro só responde a grandes alterações no ângulo.

2. Para quem esta buscando um jogo para horas e horas, esse não é o ideal.

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Jogos para iPhone: Crayon Physics Deluxe

Postado em games, iphone on janeiro 3rd, 2009 by iPhone

Ela se tornou um fenômeno no início de 2008 no YouTube e em sites de todo o mundo. O Grande vencedor do Prêmio de Física PC 2D está finalmente aqui para iPhone / iPod touch!

Eu fiquei muito impressionado assistindo ao vídeo do jogo demo, que você pode conferir aqui:

O game está disponível na App Store por US $ 4,99. Nãos sei porque mas o aplicativo ainda não aparece quando faço uma pesquisa por ele no iTunes, mas está lá - no link

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Jogos para iPhone: New Edge

Postado em games, iphone on janeiro 3rd, 2009 by iPhone

Não, não a rede Edge da AT&T, mas sim um aplicativo da Mobigame que utiliza os sensores de movimento do iPhone e algumas animações poderosas para uma experiência unica. Edge permite o controle de um cubo através de vários ambientes perigosos e armadilhas que ficam mais complicadas a cada movimento.

Na semana que vem o game Edge estará disponível na App Store. Alguns blog estão falando que o game é totalmente inovador e realmente muito difícil. O aplicativo foi desenvolvido pela Mobigame, e aparentemente já ganhou prêmios em outras plataformas móveis.

Assista o video demo :

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Novo aplicativo para iPhone permite pedir carona

Postado em Aplicativos, iphone on janeiro 2nd, 2009 by iPhone

Em breve talvez não seja mais necessário estender o polegar para conseguir uma carona. Em lugar disso, bastará tamborilar os dedos sobre a tela do iPhone. A Avego (www.avego.com), da Irlanda, está demonstrando um aplicativo para o iPhone que permite que motoristas e potenciais passageiros se conectem para caronas.

iphone carona app

Quando o programa estiver disponível, os motoristas que desejarem oferecer caronas poderão baixar o aplicativo e registrar sua rota preferencial, diz Sean O’Sullivan, diretor executivo da Avego e presidente do conselho da Mapflow, a empresa que controla a companhia, em Dublin.

“Você coloca o iPhone no painel e ele registra a viagem toda e envia o percurso à nossa rede”, ele diz. O sistema armazena a rota e a acrescenta ao seu cardápio de percursos e pontos de parada, e oferece carona automaticamente aos interessados.

Os motoristas precisam ter um iPhone para usar o serviço, mas os passageiros que não tiverem um aparelho poderão procurar carona no site da Avego ou obter informações por telefone e mensagem de texto, diz O’Sullivan. Os motoristas e passageiros poderão se identificar por meio de fotos exibidas em seus iPhones, bem como por senhas que confirmarão identidades.

A Avego cobrará 30 centavos de dólar por milha, ele diz, e 85% do valor será pago ao motorista, para cobrir parte de seus custos de combustível. Todos os pagamentos serão realizados por um sistema automatizado. “Vai demorar algum tempo para que tenhamos massa crítica de motoristas e passageiros”, reconheceu O’Sullivan. Mas ele espera que a chance de reduzir despesas altere os hábitos de muitos motoristas que gostam de viajar sozinhos. “O método vai requerer mudanças de comportamento da parte dos motoristas e dos caronas”, acrescentou.

Ainda que existam indícios de que o uso de sistemas de transporte em grupo cresceu em meio à alta dos combustíveis recente, a tendência histórica entre os motoristas dos Estados Unidos sempre foi a de viajarem sozinhos. Cerca de 75% dos trabalhadores norte-americanos dirigem sozinhos, diz Mark Mather, vice-presidente associado de programas nacionais no Population Reference Bureau, uma organização de pesquisa em Washington.

De 1980 a 2007, o número de trabalhadores que usavam sistema de revezamento coletivo para ir ao trabalho se reduziu. Em 1980, cerca de 20% dos trabalhadores norte-americano usavam um sistema desse tipo para ir ao trabalho, ante apenas 10% este ano. “O fato de que as pessoas usam os carros para cuidar de outras atividades no caminho para o trabalho e de volta ajuda a explicar a tendência”, ele disse. “Não se pode fazer isso quando há cinco pessoas no carro com você a caminho do trabalho”. Os números de Mather foram extraídos do levantamento comunitário conduzido pelo Censo norte-americano em 2007.

No entanto, sistemas como o da Avego podem funcionar para pessoas que não desejam assumir compromisso diário com um grupo de carona mas decidem no último minuto que podem oferecer carona a alguém naquele dia, disse Susan Heinrich, coordenadora do serviço de caronas e transporte em bicicleta na Comissão de Transporte Metropolitano de Oakland, Califórnia. (O serviço, que forma grupos com a ajuda de uma linha pública de telefone -511- oferece informações sobre transportes coletivos e grupos de carona na região da baía de san Francisco.)

Heinrich gosta especialmente da combinação de mensagens de texto e mapas coloridos da Avego. “Também gosto da idéia de que o passageiro não precisa de um iPhone para usar o sistema”, ela diz. “Eu adoraria incorporar essa tecnologia aos nossos serviços na região da baía de San Francisco, de alguma forma”.

No University College de Cork, na Irlanda, Stephan Koch, que coordena os planos de transporte, decidiu testar o Avego no começo do ano que vem. A universidade tem cerca de 17 mil alunos e 2,6 mil funcionários e professores, ele diz. Cerca de 70% dos funcionários vão ao campus de carro, ante 36% dos estudantes. “Mas o sistema viário não comporta o tráfego”, ele disse, em referência aos freqüentes congestionamentos no percurso.

Koch disse esperar que o sistema da Avego, que ele define como “carona computadorizada”, ajude a aliviar ao menos em parte os problemas, em cooperação com instalações para facilitar o uso de bicicletas, melhora nos transportes coletivos e outros recursos.

“Trata-se de uma opção a mais para funcionários e alunos que podem viajar sozinhos em seus carros para a universidade”, ele afirmou. “A segunda pessoa não precisará de seu carro - ou seja, teremos um carro a menos no estacionamento e na estrada”.

Um programa gratuito de carona para o iPhone, o Carticipate (www.carticipate.com), foi lançado em outubro e baixado por mais de 10 mil usuários até agora, diz Steffen Frost, presidente-executivo da Carticipate, em san Francisco. Depois de se registrar e montar um perfil no site, ele disse, “outras pessoas equipadas com iPhones dotados do aplicativo podem localizar os interessados”.

Um potencial passageiro veria, por exemplo, que alguém está indo a Poughkeepsie, Nova York, e leria o perfil da pessoa. “Se gostarem do que leram e quiserem carona, podem organizar seu próprio esquema a partir desse ponto”, ele disse. “Nosso serviço é facilitar o contato”.

Hendrik Hilbolling, que vive em Haia, na Holanda, usa o Carticipate regularmente. “Minha namorada mora na França e vou para lá freqüentemente”, disse. Por meio do Carticipate, ele dividiu uma viagem recente a Paris com um cineasta e um professor. “Passagens de trem são caras”, ele disse. “O sistema oferece viagens agradáveis, podemos conversar e o custo fica muito mais baixo”.

Tecnologia Terra

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Jogos para iPhone: Tap Tap Revenge

Postado em games, iphone on janeiro 2nd, 2009 by iPhone

Tap Tap Revenge

Uma nova empresa chamada Tapulous transformou um simples jogo para o iPhone em um palco móvel para músicos na era da Internet. “Tap Tap Revenge,” um jogo gratuito que desafia jogadores a prosseguir com melodias cativantes apertando os pontos certos da tela do telefone, já estava disponível na loja da Apple para o iPhone durante sua inauguração em julho. Ele rapidamente ganhou destaque e, mais de três milhões de downloads depois, a Apple o declarou como o jogo gratuito mais popular do iPhone deste ano

“Fomos para o primeiro lugar em três dias,” disse Bart Decrem, co-fundador e chefe-executivo da Tapulous. “Em uma semana, artistas nos procuraram para colocarem suas músicas no jogo.” Muitas companhias de software pegaram o trem do iPhone, de olho nas promessas contidas em sua popularidade e demanda por programas para vender ou baixar na loja virtual.

Elas incluem a Smule, uma empresa iniciante que criou um programa que transforma iPhones em flautas; e gigantes do universo dos jogos como a Eletronic Arts, que recentemente lançou uma versão de seu clássico “SimCity” para o iPhone.

Tapulous, de Palo Alto, Califórnia, foi fundada em janeiro, após Decrem, um executivo de softwares belga, e seu sócio Andrew Lacy terem visto um jogo do iPhone chamado “Tap Tap Revolution.” Procuraram seu criador, Nate True, e o colocaram na diretoria como desenvolvedor. (Um terceiro co-fundador, Mike Lee, saiu da empresa em agosto após discordâncias a respeito da direção da companhia.)

Para Decrem, que antes ajudou na criação do navegador social Flock, o baixo custo e a rapidez de se fazer um software para o iPhone torna viável a criação de uma companhia focada exclusivamente no aparelho. “Foi preciso dois anos e mais de US$ 5 milhões para colocar o Flock no mercado,” disse. “No caso, criar uma aplicação para o iPhone não leva mais de três meses, com quatro ou cinco pessoas. Existe menos risco do que apostar milhões e anos em algo que talvez não dê certo.”

Para manter o jogo sempre atual, a companhia criou o Tap Tap Thursdays, que lança nas quintas-feiras novas músicas de artistas como Michael Franti e a cantora pop Katy Perry. Decrem disse que essas músicas normalmente inspiram milhões de jogos - e ocasionalmente muitas vendas de música, porque os jogadores podem clicar para comprar a canção pela Apple. Em outubro, os jogadores de “Tap Tap Revenge” compraram 50 mil cópias da faixa “Hot N Cold” de Perry.

A popularidade do jogo levou a Tapulous a lançar versões pagas, por US$ 4,99, direcionadas a fãs de artistas ou gêneros específicos. No final de outubro, ela lançou uma edição do grupo Nine Inch Nails, seguida de uma versão de feriado chamada “Christmas With Weezer,” para a qual o Weezer gravou algumas canções de Natal. Tapulous planeja lançar uma nova edição a cada mês, incluindo uma edição especial com a Dave Matthews Band.

“Tap Tap Revenge” segue o modelo de jogos como “Guitar Hero” e “Rock Band,” que testam as habilidades dos jogadores de manter o ritmo com músicas populares. Esses jogos têm feito sucesso em consoles como Xbox 360 e as fortes vendas de música através deles deram esperança para a cambaleante indústria musical. Harmonix, o criador de “Rock Band,” disse semana passada que seus jogadores compraram 30 milhões de músicas.

“O trem da alegria dos tempos antigos, em que as vendas de CD eram o que te protegiam como artista, já acabou,” disse James L. McQuivey, analista especializado em tecnologia midiática da Forrester Research. “Os artistas percebem isso e tentam estar em vários lugares ao mesmo tempo.”

O selo britânico EMI, procurando novas fontes de renda, colaborou com a Tapulous em uma versão chamada “Tap Tap Dance,” que inclui faixas de Moby e Daft Punk. “Temos a forte sensação de que esses jogos podem ser os novos grandes ‘Rock Band’ ou ‘Guitar Hero,’” disse Cynthia Sexton, vice-presidente mundial da EMI Music. Sexton disse que vê a expansão para os jogos e outros meios de divulgação como uma evolução natural da indústria musical, embora essa revelação não seja de fácil realização. “Por um momento, escondemos nossas cabeças sob a areia e pensamos que era o fim,” disse. “Mas não. Na verdade é o começo.”

Decrem disse que sua companhia viu a oportunidade nas vendas musicais. “Temos a sorte de estarmos sentados no meio de duas forças poderosas neste momento,” disse. “O iPhone é um aparelho que está pegando fogo e os artistas estão procurando formas de se reinventar.”

Embora não entre em detalhes, Decrem disse que a Tapulous está indo bem e a caminho de obter lucros, acrescentando que as aplicações pagas trouxeram “centenas de milhares de dólares” em vendas até agora. Mas a maior parte da receita da companhia vem de anúncios que aparecem com os jogos. Os artistas que permitem o uso de suas músicas nos jogos da Tapulous recebem uma “boa porção” do que sobra da venda do jogo após os 30% da Apple, disse Decrem.

A companhia recentemente levantou US$ 1 milhão de um grupo de investidores, que inclui os investidores iniciais do Google Rajeev Motwani e Andy Bechtolsheim, somado a US$ 1,8 milhão levantado anteriormente do mesmo grupo.

Outras companhias têm aproveitado a crescente popularidade do iPhone como forma de lançar jogos. Charles Golvin, analista da Forrester Research, disse que desenvolvedores estão lançando mais jogos e aplicações de entretenimento do que qualquer outro gênero. Agora, o truque para os desenvolvedores é distinguir seus produtos dos milhares de outros já disponíveis.

Embora a Tapulous desenvolva programas que não são jogos - “Twinkle,” por exemplo, é uma forma de usar o serviço de mensagens Twitter no iPhone - ela planeja focar exclusivamente na expansão de sua coleção dos jogos “Tap Tap.”

“Tap Tap Revenge” recentemente chamou a atenção de Alex Rigopulos, o co-criador de “Rock Band” e “Guitar Hero,” que, segundo noticiado, considera desenvolver um aplicativo musical do iPhone para competir com a Tapulous. Decrem disse não estar preocupado. “Jogos musicais são um tema quente, então naturalmente haverá competição por espaço,” disse. “Estou muito confiante de que conseguiremos manter o nosso.”

Tecnologia Terra

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