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jul 15

Depois das seguidas reclamações de superaquecimento, a Apple decidiu reformular uma página de suporte do iPhone, incluindo a informação de que as versões 3G e 3GS devem ser usadas entre as temperaturas de 0ºC e 35ºC.

De acordo com o novo suporte, se for usado em outras condições que não essas, o aparelho pode diminuir a vida da bateria ou parar de funcionar temporariamente. Uma parte da página da Apple lembra até que não se poderá deixar o celular no carro, por exemplo, pelas altas temperaturas de alguns estacionamentos.

Nas situações em que o aparelho parar pelo superaquecimento ainda poderão ser feitas ligações de emergência, completou a empresa.

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jun 29

Na primeira meia hora da reunião, não surpreendeu muito que o potencial cliente passasse o tempo todo mexendo em seu iPhone, disse Rowland Hobbs, presidente-executivo de uma empresa de marketing em Manhattan.

Quando ele continuou a fazê-lo depois de uma hora, já parecia exagero. E, depois de uma hora e meia, Hobbs e seus colegas não conseguiam nem imaginar o que ele poderia estar fazendo com o celular pela duração de um filme.

Alguém espiou por sobre o ombro do cliente. “Ele estava jogando um game de corridas”, disse Hobbs. “Mas fazia perguntas, desviando os olhos ocasionalmente de seu iPhone”.

Mas, acrescentou o executivo, “nós não reclamamos. Queríamos sua conta mesmo assim”.

Agora que celulares inteligentes com capacidade de acesso à internet se tornaram equipamento padrão para executivos, as pessoas vêm cada vez mais cedendo à tentação de verificar e-mails, Facebook, Twitter ou até placares esportivos durante reuniões.

Mas irrompeu um debate animado sobre etiqueta. Os tradicionalistas afirmam que usar um iPhone ou BlackBerry durante uma reunião é tão cafona quanto convidar alguém para jantar e pedir uma pizza. Já os defensores da tecnologia afirmam que ignorar mensagens de texto em tempo real no mundo do “preciso para ontem” é aceitar um risco indevido.

Em Hollywood, agências como a Creative Artists Agency e a United Talent Agency proíbem o uso de BlackBerrys em reuniões. Tom Golisano, um bilionário envolvido em causas políticas no Estado de Nova York, disse na semana passada que pressionou pela demissão de Malcolm Smith como líder da maioria democrata no Senado estadual depois que o senador passou uma reunião inteira sobre o orçamento lendo e-mails em seu BlackBerry.

Usar o celular se tornou rotina no mundo empresarial e da política – e irrita muita gente. Um terço dos mais de 5,3 mil trabalhadores pesquisados em maio pelo Yahoo HotJobs, um site de empregos e carreiras, disseram verificar e-mails frequentemente durante reuniões. Quase 20% dos entrevistados contaram ter sido repreendidos por maus modos devido ao uso de aparelhos de comunicação sem fio.

A despeito da resistência, o debate sobre etiqueta parece estar se encaminhando a uma vitória dos celulares inteligentes, dizem muitos executivos. Os chefes das empresas o fazem, e os estagiários também. É uma prática que não distingue entre sexos ou geração, ou entre o setor público e o privado.

Alguns anos atrás, “apenas os executivos de bancos de investimento” usavam BlackBerrys durante reuniões, diz Frank Kneller, presidente-executivo de uma empresa do Illinois que produz sistemas para tratamento de água. “Agora todo mundo usa”. Ele diz que se percebe que seis das 10 pessoas presentes estiverem digitando enquanto fala, sabe que é hora de acelerar sua apresentação.

Para os funcionários do governo, em Washington, manter a cabeça baixa e o silêncio é prática comum quando alguém está falando durante uma reunião, diz Philippe Reines, assessor sênior da secretária de Estado Hillary Clinton. Ainda que o uso de BlackBerrys seja proibido em certas divisões do Departamento de Estado, por motivos de segurança, em todas as áreas em que seu uso está autorizado, ele é epidêmico.

“Metade dos participantes ficam trocando mensagens de BlackBerry entre eles, como se fosse uma sub-reunião, na qual comentam a reunião principal”, diz Reines. “Os BlackBerrys se tornaram uma espécie de balão de pensamento de história em quadrinhos”.

Alguns profissionais admitem o envio ocasional de comentários zombeteiros sobre uma reunião, mas a maioria insiste em que seu uso de celulares inteligentes se deve a motivos legítimos: responder a pedidos urgentes, consultar dados na internet a fim de contribuir para uma questão em debate ou simplesmente tomar notas.

Ainda assim, a prática continua a ser irritante para alguns. Joel Klein, o diretor geral de educação pública de Nova York, tem tamanha reputação por consultar seu BlackBerry durante reuniões com o público que os pais brincam que seria mais fácil lhe enviar um e-mail. Poucas empresas adotam normas formais sobre o uso de celulares inteligentes em reuniões, diz Nancy Flynn, diretora executiva do ePolicy Institute, um grupo de consultoria em Columbus, Ohio. Flynn aconselha seus clientes a encorajar os funcionários a desligar todos os aparelhos durante uma reunião.

“As pessoas erroneamente acreditam que digitar distrai menos do que falar”, ela diz. “Mas na verdade pode distrair igualmente, ou até mais. E de qualquer forma é muito desrespeitoso para com quem estiver falando”.

Mas ainda assim, negócios podem ser conquistados ou perdidos, dizem executivos, a depender da resposta a uma mensagem de e-mail. “Os clientes presumem que têm acesso permanente a você”, diz o consultor David Brotherton, de Seattle. “Os consultores que não estão disponíveis o tempo todo tendem a ser menos procurados”.

Brincadeiras por via eletrônica podem estimular a criatividade em reuniões, na opinião de Josh Rabinowitz, diretor de música na agência de publicidade Grey Group, em Nova York, que confessa trocar mensagens contendo piadas, ideias ou dúvidas com colegas durante reuniões – “coisas que não se poderia dizer em voz alta”.

E isso tende a relaxar o ambiente. “Parece propiciar mais energia produtiva”, ele diz.

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abr 19

Ao ler sobre os detalhes do iPhone 3.0, nova versão do sistema operacional para celular da Apple, a americana Debbie Herbenick relatou em seu blog o “momento inspirador” que teve, pensando em todos os recursos e novos aplicativos da plataforma e como eles poderiam melhorar o sexo ao telefone.

A versão beta do iPhone 3.0 foi apresentada pela Apple em 17 de março, com recursos que incluem copiar-e-colar e notificações automáticas. A possibilidade é de que o novo sistema esteja disponível em 8 de junho. Rumores indicam que o sistema vai incorporar a edição de vídeo e a possibilidade do aparelho receber sinais de rádio FM.

Além disso, a previsão é de que o iPhone 3.0 trará uma grande melhora na conectividade Wi-Fi, o que inspirou Debby a escrever um guia: “Como usar as novas funcionalidades do iPhone para o sexo telefônico” no site Mysexprofessor.com.

Veja algumas dicas da blogueira:

1 – Assegure-se que o interlocutor esteja com vontade experimentar o sexo telefônico.

2 – Faça um teste para ver como o casal sente a linguagem e mensagens de textos explícitos e com fotos. A idéia é saber o quão longe se pode ir.

3 – Não mande fotos suas sem roupa, se não toleraria vê-las publicadas na internet ou na mão de seus pais e irmãos. Trate de não mostrar o rosto, tatuagem ou cicatrizes que evidenciem sua identidade. Cumpra a promessa de borrar fotos dos outros. Ou seja, não utilize a nova funcionalidade de copy/paste do iPhone 3.0 para enviar fotos privadas de terceiros.

4 – Assegure-se de ter um lugar com uma conexão de internet segura, principalmente se mandar fotos e vídeos. Deve-se cuidar também se a conexão está estável, porque a interrupção pode arruinar tudo. Para isso, a nova funcionalidade de tethering que trará o iPhone 3.0 pode ser muito útil, já que será possível compartilhar dados do celular com o computador Mac ou outro equipamento podendo assim, em poucas palavras, usar nosso iPhone como um modem 3G.

Se a outra pessoa nos autorizou a guardar suas fotos, podemos usar a nova funcionalidade de busca do sistema operacional para contar-lhe que estamos olhando todo material sexy mandado para nós na semana passada.

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abr 13

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Funções como “copiar-colar” e MMS fazem com que um quinto dos norte-americanos se mostre mais propenso a comprar iPhone.

Um em cada cinco donos de telefones celulares estão mais propensos a comprar um iPhone baseado nas novidades apresentadas pela Apple com o iPhone OS 3.0, segundo pesquisa da ChangeWave Research conduzida entre 4,3 mil norte-americanos.

Segundo a pesquisa, 20% dos entrevistados afirmam que estão mais propensos a comprar um iPhone após as funcionalidades, como “copiar-colar”, MMS, melhor busca e notificações push, apresentadas pela companhia na segunda quinzena de março.

A pesquisa da ChangeWave também detectou interesse significativo por parte dos entrevistados em novos iPhones, algo que a Apple ainda não anunciou.

Ao questionar interesse por um iPhone de 16 GB por 199 dólares, 11% dos entrevistados afirmaram que realmente gostariam de comprar o celulares.

Modelos com 32 GB por 299 dólares ou 8 GB por 99 dólares também não ficaram muito atrás: 9% dos entrevistados revelaram interesse no primeiro, enquanto 8% revelaram vontade de comprar o segundo.

Os dados do estudo mostram também que os futuros planos de compra de iPhones se mantiveram estáveis desde o último ano.

Das pessoas ouvidas com vontade de comprar um smartphone nos próximos 3 meses, 30% escolheria um iPhone, mesmo índice registrado em dezembro.

O número, no entanto, indica que a vontade de comprar um celular da Apple não voltou ao patamar de junho de 2008, quando 56% dos entrevistados planejavam gastar dinheiro com um iPhone.

“Quando você junta tudo, os dados mais recentes são particularmente animadores para as perspectivas em longo prazo da Apple”, afirmou o diretor de pesquisa da ChangeWaver, Paul Carton, rejeitando uma leitura pessimista da queda na propensão de compra dos usuários.

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mar 30

Mais de 90% dos usuários britânicos do iPhone acessaram a internet móvel em janeiro, incluindo sites, e-mails, redes sociais e jogos, revelou uma pesquisa nesta quinta-feira. O número é muito maior do que entre donos de outros aparelhos celulares.

A pesquisadora de mercado comScore informou que 79,7% dos usuários do iPhone acessaram notícias e informações no trimestre até janeiro, contra 48% de outros smartphones, e 19,8% de todos os celulares.

O aparelho da Apple representa apenas uma pequena porcentagem de celulares vendidos na Grã-Bretanha, mas analistas acreditam que seu acesso mais fácil à música e à web está conduzindo a capacidade de internet móvel de todos os celulares e uniformizando a indústria.

A mudança para internet móvel é fundamental para a saúde da indústria, já que o preço das chamadas e dos aparelhos despencou em meio à recessão. O acesso às páginas da web também aumenta as oportunidades de publicidade e o tempo gasto no telefone.

Cerca de 75,4% dos usuários do iPhone acessaram e-mails, comparado a 35,4% dos proprietários de smartphones e 13,1% de todos os outros tipos de celulares, segundo a comScore.

Quase 66% dos usuários do iPhone também escutaram música, ante 40,5% no caso dos smartphones e 22,6% para todos os outros celulares.

No total, 93% dos usuários do aparelho da Apple acessaram a Internet móvel.

“Os consumidores estão claramente se adaptando à tela sensível ao toque do iPhone”, disse Alistair Hill, analista da comScore. “O nível do uso de e-mail no iPhone é mais do que o dobro em relação à categoria de smartphones como um todo”.

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