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jun 20

iSnapMe

São incontáveis as vezes em que as pessoas tentam tirar fotos de si mesmas e acabam cortando a cabeça de alguém ou tremendo na hora de apertar o botão. E isso é ainda pior quando de trata do iPhone, que precisa de uma “batidinha” na tela para acionar a câmera.

Para facilitar o procedimento para quem é fã de autorretratos foi criado o iSnapMe, adaptador que permite fotografias com a câmera do iPhone sem precisar virar o aparelho. Tá certo que o iPhone 4 terá uma câmera frontal, mas as câmeras traseiras tradicionalmente apresentam uma melhor qualidade de imagem.

O funcionamento é bem simples: basta prender o acessório por meio de suas ventosas na parte traseira do iPhone, posicionando os espelhos próximos à câmera, e manter o aparelho com a tela virada para o seu rosto. Você poderá conferir no próprio display do iPhone como a foto vai ficar, explica o site Coolest Gadgets.

Em termos técnicos, o que o iSnapMe faz é utilizar espelhos de alta qualidade óptica para desviar o campo de alcance da câmera para o lado do smartphone da Apple, permitindo que o usuário fotografe sem precisar virar o aparelho, esclarece o site Gizmag. Parece complicado, mas não é, e fica muito mais fácil de entender no vídeo promocional do iSnapMe, que pode ser assistido pelo atalho bit.ly/cmj1pS.

O iSnapMe está disponível para compra no site isnapme.com, e custa cerca de US$ 20.

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jun 20

apple-app

A Apple liberou para download gratuito na App Store um aplicativo que dá acesso a todo catálogo da companhia para compra online, o Apple Store App.

O aplicativo ajuda a encontrar uma loja da fabricante nos Estados Unidos, fazer agendamento de serviços (como suporte técnico e atendimento no Genius Bar, entre outros), além de poder comprar mais de mil produtos e acessórios disponíveis na loja online da Apple, incluindo o iPhone 4.

O Apple Store App funciona em qualquer iPhone e iPod touch e traz ainda informações sobre a companhia. O download pode ser feito direto na App Store.

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jun 06

Browser Opera cresce após chegar ao iPhone

A Opera Software afirmou que o seu browser para o iPhone da Apple teve mais de 2,6 milhões de downloads em abril depois que a empresa norueguesa obteve permissão para o primeiro navegador de internet concorrente para o sistema.

A nova plataforma gerou um crescimento de 70% em usuários para o Opera Mini, navegador mais utilizado em celulares pelo mundo.

Em 13 de abril, a Apple aceitou a distribuição do navegador Opera ao seu iPhone após uma longa discussão que abriu um mercado novo e potencialmente lucrativo.

“Uma parte muito significativa dos usuários do iPhone pelo menos o experimentou”, disse o cofundador da Opera, Jon von Tetzchner, em entrevista à Reuters. “Estamos vendo uma utilização muito favorável.”

O browser Opera promete velocidade de download até seis vezes mais rápida do que a do navegador da Apple e redução do tráfego de dados em até 90%. O pesado tráfego de dados a partir de iPhones tem causado problemas para as redes de muitas operadoras.

A Opera afirmou em seu relatório mensal de Internet móvel que o número de usuários do navegador totalizou 58,9 milhões no final de abril, alta de 6,6% em um mês.

A Opera aumentou sua liderança sobre o browser do iPhone nos últimos meses, e controlava 26,7 por cento do mercado em maio, de acordo com a empresa de análise StatCounter.

O navegador do iPhone e da Nokia aparecem logo em seguida com 20,1% e 14,6% do mercado, respectivamente.

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jun 14

iPhone gera novas maneiras de ganhar dinheiro

Postado em: iphone, noticias | por: Iuri Iovanovich, ás 10:05 Sem Comentários »

empresa-iphone-venda

Muito dos criadores de programas para o celular iPhone, da Apple, já conseguem ganhar a vida decentemente, com a venda de centenas de milhares de cópias de programas destinados ao aparelho criados em seus escritórios ou garagens.

Mas agora está surgindo uma nova maneira de ganhar dinheiro com a criação de programas para o iPhone: primeiro, vender aplicativos; depois, vender a empresa que você criou para desenvolvê-los.

Desde que o número de aplicativos baixados para o iPhone por meio da App Store da Apple superou a marca de um bilhão, e diante do total de mais de 40 milhões de iPhones e de iPods Touch vendidos desde 2007, um número crescente de empresas vem considerando o setor de comunicação móvel como uma possível nova fonte de receita regular. Recentemente, a IAC/InterActiveCorp, conglomerado de mídia online fundado por Barry Diller, e a Amazon.com adquiriram empresas que desenvolvem programas para celulares. Empresas menores também começaram a montar carteiras de aplicativos mais amplas.

Depois que a Apple demonstrou que novos aplicativos ajudam a vender mais celulares, o mercado para esse tipo de software começou a se expandir rapidamente. Produtoras de celulares e software como a Palm, Research in Motion (fabricante do BlackBerry), Nokia e Microsoft estão desenvolvendo lojas online para aplicativos que funcionem nos celulares equipados com os seus sistemas operacionais. Aplicativos também podem ser desenvolvidos para os celulares equipados com o sistema operacional Google Android.

A maior parte da ação nesse segmento de mercado continua concentrada nos aplicativos para o iPhone, e é isso que faz da Worldwide Developer’s Conference, o evento anual da Apple para seus programadores, que acontece esta semana em San Francisco, uma ocasião muito importante para os criadores de software e os investidores. Os programadores demonstrarão novos produtos que operam com o mais recente software da Apple, o qual permite que os usuários comprem assinaturas para aplicativos e acrescentem facilmente recursos adicionais tais como acesso a níveis mais avançados de jogos ou guias urbanos adicionais. O potencial de receita adicional deve atrair ainda mais interesse dos potenciais compradores em busca de aquisições.

“Haverá interesse muito maior pelos aplicativos para o iPhone depois que o sistema operacional do aparelho for atualizado”, disse Greg Yardley, co-fundador da Pinch Media, uma empresa de análise do mercado de comunicação móvel, falando sobre o lançamento da terceira versão do sistema operacional do iPhone, que aconteceu durante a conferência. “Veremos alguns modelos de negócios realmente interessantes emergindo devido a essa nova capacidade de vender produtos virtuais”.

O crescente interesse por empresas de criação de aplicativos está sendo conduzido por companhias que desejam adquirir incorporar aplicativos para celulares aos seus produtos ou serviços. Elas consideram que isso permitirá que vão além da web em seus esforços para conquistar consumidores. Ainda que muitos desses aplicativos sejam gratuitos, a disposição

dos usuários a pagar US$ 1 ou mais por esses programas oferece esperança às empresas de que aplicativos para celulares possam se tornar uma de renda mais confiável que os sites de internet.

“As empresas estão se perguntando de que maneira podem se beneficiar do iPhone”, disse Matt Murphy, sócio do grupo de capital para empreendimentos Kleiner Perkins Caufield & Byers, que mantém um fundo de US$ 100 milhões destinado exclusivamente a investimento em empresas iniciantes que desenvolvam aplicativos para o iPhone. “Em lugar de tentarem criar propriedades organicamente, essas empresas procuram por aplicativos já estabelecidos e selecionam aqueles que parecem se adaptar bem a elas”. (A produção de um aplicativo profissional e com bom acabamento para o iPhone pode custar até US$ 50 mil.)

Com uma presença instantânea e estabelecida na plataforma iPhone, disse ele, uma empresa poderia ganhar acesso a uma base estável e leal de fãs. Para uma empresa grande que esteja tentando chegar ao mercado móvel com rapidez, “aqueles poucos milhões de usuários podem na verdade valer mais que a propriedade em si”, ele disse. Foi essa a abordagem adotada pela IAC, que controla mais de 35 empresas de internet, entre as quais Ask.com, CollegeHumor e Evite. No mês passado, ela adquiriu a UrbanSpoon, uma empresa iniciante de Seattle que recomenda restaurantes locais, por quantia não revelada. Trata-se da criadora de um dos mais populares aplicativos da App Store, com quase cinco milhões de downloads.

“O iPhone tem parte importante em nossa estratégia móvel”, disse Leslie Cafferty, porta-voz da IAC. “Desenvolver um aplicativo requer muito trabalho e investimento. Para nós, parecia muito mais atraente comprar um aplicativo já pronto”.

A CitySearch, outra das companhias da IAC, formou uma parceria inicial com a UrbanSpoon para distribuição de publicidade de críticas gastronômicas no site da companhia iniciante. Quando o aplicativo chegou ao mercado, em julho do ano passado, foi “como a cereja no bolo”, disse Cafferty.

Para os três criadores da UrbanSpoon, ser comprado por uma empresa maior foi “em parte oportunismo”, diz Ethan Lowry, um dos sócios do grupo. “Isso nos permitiu pensar em serviços de escala mais ampla que poderemos oferecer”, além de propiciar estabilidade, ele afirmou.

“A segurança de uma empresa de maior porte aliviou em parte o desgaste financeiro de nossa situação”, disse.

A Amazon, com seu leitor eletrônico Kindle, considera os aplicativos para celulares como uma maneira de expandir o mercado dos livros eletrônicos que tem à venda. No final de abril, ela adquiriu o Stanza, um serviço de software que permite que os usuários adquiram uma biblioteca de 100 mil livros por intermédio do celular.

Mas não são apenas as grandes empresas que começam a ver como promissora a popularidade do celular Apple e a alta demanda por seus programas.

A Tapulous, uma empresa iniciante de Palo Alto, na Califórnia, adquiriu um jogo chamado Tap Tap Revenge junto ao programador que o criou, Nate True, em julho. O jogo, que tomou por modelo videogames de sucesso como Guitar Hero, que desafia os jogadores a acompanhar o ritmo de canções de sucesso, foi baixado por mais de um terço dos consumidores digitais da iTunes App Store, de acordo com o grupo de pesquisa de audiência comScore.

“Estamos muito entusiasmados com a oportunidade de encontrar colegas na conferência da Apple, e de estudar suas interessantes idéias e aplicativos no espaço dos jogos musicais”, disse Andrew Lacy, vice-presidente de operações da Tapulous.

Outras empresas decidiram basear seus negócios na aquisição de programas não completamente desenvolvidos, para completá-los, alterar seu design e propiciar um bom acabamento, antes que sejam lançados na App Store. Por exemplo, a Ngmoco, uma produtora iniciante de videogames sediada em San Francisco, pretende trabalhar apenas com jogos para o iPhone e iPod Touch, e recentemente adquiriu um quebra-cabeças virtual colorido e engraçado chamado Rolando, criado pelo programador britânico Simon Oliver.

“Quando decidimos montar a nossa empresa, achamos que o melhor modelo seria contratar os melhores programadores disponíveis e ajudá-los a conduzir suas criações ao mercado”,disse Neil Young, o presidente-executivo da Ngmoco. Segundo o executivo, a empresa também tem um departamento interno de criação de jogos para celulares, mas não deixa de procurar novos programadores independentes, para considerar as novidades que eles estejam planejando.

Até o momento, a abordagem adotada pela empresa parece estar funcionando e muitos dos jogos que ela adquiriu ou projetou encontram espaço nas listas de produtos mais populares da App Store. A empresa tem mais quatro jogos prontos para lançamento nos dois próximos meses, bem como 15 outros títulos em estágios variados de desenvolvimento, entre os quais diversas continuações do Rolando.

Tradução: Paulo Migliacci ME

The New York Times

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abr 16

Aplicativos para iPhone: Google Voice

Postado em: iphone, noticias | por: Iuri Iovanovich, ás 21:57 Sem Comentários »

O Google Voice, a recente reencarnação do GrandCentral que fornece transcrição de voicemail, controle de chamadas e outros recursos, está prestes a chegar para o iPhone por meio de um aplicativo que vem com um discador. A partir do número do Google Voice, a ferramenta pode ligar e tocar no iPhone para fazer a conexão.

Ele funciona com um dialpad e, pela lista de contatos, pode mandar mensagens SMS da mesma maneira para outras pessoas. Há outros recursos padrões do Google Voice, como registro de chamadas e voicemail, os quais podem ser ouvidos da mesma maneira que faz com os voicemails do iPhone.

Os usuários de iPod Touch ainda podem usar o aplicativo Google Voice como um centro de controle móvel para fazê-lo tocar em seus celulares comuns. A ferramenta ainda não tem data para ser lançada.

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