O Google liberou novas versões de seu aplicativo de webmail para as plataformas iPhone e Android.
De acordo com o Google, quem acessar seu Gmail a partir de dispositivos como o iPhone ou de um smartphone G1, que roda Android, perceberá modificações na interface do programa de e-mail, além de melhorias na performance.
Segundo Joanne McKinley, engenheira do Google, as principais modificações aceleram o modo como o programa abre mensagens, navega entre pastas e faz buscas dentro da base de dados do Gmail.
No blog Google Mobile, Joanne explica que a nova versão aproxima a experiência do usuário do Gmail num celular ao modo como navegamos no desktop ou notebook. Uma dessas “aproximações” é a estreia de recursos do Google Gears na versão mobile.
No novo Gmail para iPhone e Android, as mensagens trocadas recentemente ficam armazenadas na memória flash do celular. Assim, caso você deseje consultar um e-mail trocado recentemente pode fazê-lo sem acionar conexão à web, o que pode servir simplesmente para economizar com o tráfego de dados ou liberar a consulta a uma informação importante numa região sem sinal de redes móveis.
Inicialmente, as novidades ficam restritas às plataformas iPhone e Android, mas o Google deve expandir as melhorias também para quem acessa o Gmail a partir de um PalmPre numa segunda etapa.
Veja abaixo um vídeo produzido pelo Google explicando as modificações feitas em sua plataforma móvel de webmail.
Bem, não é que a atualização de um Android seja, em si, superior a de um iPhone. Mas o Android, por sua postura mais liberal, faz updates que são apenas updates, não dores de cabeça intermináveis para quem carrega um telefone desbloqueado num esquema alternativo.
Brasileiro ficou escolado em uso de smartphone desbloqueado sem autorização com o iPhone. Se acostumou a evitar atualizações para não vir seu iPhone virar um tijolo. Com o Android, não é sim. Quem tem G1 no Brasil não precisa temer updates: não há perigo de o celular voltar ao estágio anterior, bloqueado.
“Outro dia autorizei uma atualização num G1 no piloto automático, sem pensar nas consequencias. Gelei ao pensar no possível estrago. Bobagem. As consequencias foram só as boas: bugs corrigidos, e funcionamento perfeito com um chip da TIM. Sorry, T-Mobile”.
Junto de seu novo sistema operacional para celulares, o Windows Mobile 6.5, a Microsoft apresentou o Windows Marketplace, uma loja de aplicativos online nos moldes da iTunes App Store e Android Market, que, respectivamente, abastecem o iPhone e o Android com diversos programinhas.
Apesar de ainda não haver prazo para loja começar a funcionar, ela não deve demorar, já que também foi anunciado uma parceria entre a Microsoft e a LG para vender computadores com o Windows Mobile 6.5. Além disso, desde que o iPhone foi lançado seus usuários já baixaram 500 milhões de programas da iTunes App Stone, e a Microsoft não quer ficar de fora dessa.
Aproveitando o evento, que aconteceu na abertura da World Mobile Congress, a empresa também mostrou o My Phone, um serviço em fase de testes que permite o usuário sincronizar os dados do telefone, como fotos ou contatos, com seu computador pessoal via Internet.
Um teste simples de conexão atestou que o smartphone T-Mobile G1, que usa a plataforma Android do Google, é mais veloz do que o iPhone 3G da Apple.
De acordo com o site britânico Cnet, que realizou o teste, a conexão 3G do G1 superou a do iPhone ao visitar o site Eham.net, demorando apenas 12,69 segundos para carregar a página, contra 23,16 do iPhone.
Outros dois testes foram realizados e em ambos o resultado foi favorável ao celular do Google, com resultados que mostram que o G1 possui o dobro – ou até um pouco mais – de velocidade em relação ao smartphone da Apple.
As páginas testadas eram todas da web, e não Wap (aplicações desenvolvidas especialmente para conectar à rede por celulares).
Um vídeo que demonstra os testes realizados com o iPhone 3G e o G1:
O sistema operacional Android, desenvolvido pelo Google e que já é usado nos smartphones G1 da T-Mobile está rodando em celulares piratas, que tentam imitar o iPhone, e outros modelos da Nokia.
Os aparelhos-clone são vendidos, geralmente, por menos de US$ 200 e sem qualquer contrato, em lojas online como a Deal Extreme, entre outras.
Para compensar o fato de que esses celulares costumam vir com um software de baixíssima qualidade instalado, a indústria pirata passa a utilizar o Android a fim de substituir esses programas, já que seu código é aberto e pode ser adaptado por desenvolvedores.
Em um vídeo que fala a respeito do código aberto do Android, Dave Bort, do Google, afirma que uma das metas da empresa seria ter o Android em todos os lugares.
O site Clonedroidphone apresenta uma série de aparelhos de origem chinesa que rodam o aplicativo do Google, bem como as formas de identificá-los. Além disso, o fórum V-R Zone apresenta um vídeo que pode conter a primeira aparição do Android em um clone. O atalho para o fórum de tecnologia é tinyurl.com/http-forums-vr-zone-com-show.
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