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ago 10

Site consegue instalar aplicativos no telefone da Apple remotamente.
Brecha também poderia ser usada por criminosos para contaminar o celular.

Insegurança
Até agora, somente quem já havia realizado o jailbreak no seu iPhone estava vulnerável a ataques. “Os únicos incidentes documentados envolvendo contaminação de iPhone só afetam usuários que fizeram jailbreak”, afirma Ramos.

Dessa vez, no entanto, só quem fez o destravamento tem à sua disposição qualquer maneira de se proteger da falha ou evitar o ataque. Embora o problema tenha sido divulgado por vários sites de tecnologia desde a segunda-feira (2), a companhia de Steve Jobs não se pronunciou publicamente sobre o fato.

O modelo da Apple de exigir aprovação prévia para cada software do iPhone tem impedido que criminosos criem vírus para o aparelho, já que um código malicioso não iria receber a autorização. Usando uma falha de segurança como a que está sendo usada pra esse jailbreak, no entanto, é possível burlar a restrição e executar tanto aplicativos legítimos como vírus.

A legalidade do jailbreak no Brasil ainda é uma incógnita. Segundo o advogado Omar Kaminski, do site Internet Legal, a lei não é clara na proibição, mas também não há uma autorização expressa. “Cabe aí uma discussão sobre a liberdade de expressão do usuário para modificar um equipamento que é dele”, afirma o advogado. Não há nenhuma jurisprudência ou caso de conhecimento público sobre o tema.

Acesse um site na web e o iPhone está pronto para executar aplicativos não autorizados pela Apple. É o processo mais fácil já criado para realizar um jailbreak – como se chama a prática de eliminar, no aparelho, as barreiras impostas pela Apple. O que para muitos tem passado despercebido até agora é que algumas das falhas que facilitam o jailbreak também permitem a invasão do aparelho. Com a nova brecha remota, e o grande número de usuários do iPhone, há risco de um ataque.

O diretor de tecnologia da empresa de segurança Flipside, Anderson Ramos, explica que o jailbreak remove do aparelho as proteções da Apple que impedem a execução dos programas não autorizados pela App Store. “São as mesmas proteções que impedem a execução de diversos tipos de código malicioso”, afirma.

A vulnerabilidade que está em uso pelo site Jailbreakme, que desbloqueia o iPhone ao simplesmente ser acessado, está no processamento de documentos PDF e é o mesmo tipo de falha que permite que usuários do Windows sejam infectados com uma simples visita a uma página web. O fim, nesse caso, é benigno. A confirmação de que desbloquear telefones não é ilegal nos Estados Unidos deve aumentar o interesse na prática pelos norte-americanos.

Por outro lado, a mesma vulnerabilidade poderia ser aproveitada por um criminoso para instalar vírus ou roubar dados de um iPhone.

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ago 09

Mark Papermaster, o executivo da Apple responsável pela engenharia do iPhone, deixou a empresa semanas depois da polêmica criada em torno da recepção de sinais pela antena do aparelho.

O porta-voz da Apple Steve Dowling confirmou a saída de Papermaster e disse que Bob Mansfield está assumindo o cargo. Dowling preferiu não apontar o motivo da saída do ex-executivo da IBM.

A Apple lançou o iPhone 4 em junho em um sucesso instantâneo com os usuários. Mas avaliações criticaram a má recepção de sinal celular do aparelho quando ele é segurado de uma certa forma e analistas alertaram que a reputação da qualidade da empresa estava ameaçada.

A questão ganhou grandes proporções e gerou uma crise na empresa, forçando a Apple a conceder uma rara entrevista à imprensa para esclarecer o assunto. O presidente da companhia, Steve Jobs, afirmou na ocasião que não há nada de errado com o aparelho.

“O sr. Mansfield já chefia grupos que criam muitas das tecnologias importantes para o iPhone e iPod Touch, incluindo o chip A4 e telas sensíveis a toques, afirmou Dowling.

A Apple contratou Papermaster em novembro de 2008, após ele ter trabalhado por 25 anos na IBM.

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ago 02

RIM pode revelar iPhone killer

Postado em: Rumores, iphone, noticias | por: Iuri Iovanovich, ás 15:40 Sem Comentários »

As ações da Research in Motion (RIM) avançavam nesta quarta-feira em meio a rumores de que a companhia está preparada para revelar na próxima semana um aguardado aparelho projetado para disputar mercado com o iPhone, da Apple.

A RIM deve anunciar o lançamento do modelo 9800 com tela sensível a toque e deslizante em um evento conjunto com a operadora norte-americana AT&T, na próxima terça-feira.

“O momento do lançamento faz sentido (para ser o lançamento do 9800)”, disse o analista Matt Thornton, da Avian Securities.

“Quanto antes eles disserem quando o aparelho vai estar disponível para venda, melhor. Eles não podem perder um dos principais momentos do varejo no ano”, acrescentou, referindo-se ao lucrativo período de volta às aulas no hemisfério Norte.

A participação da RIM no mercado de smartphones vem sendo erodida pelo iPhone e por uma série de outros aparelhos que usam o sistema operacional Android, do Google.

Analistas disseram que a AT&T deverá ter exclusividade nas vendas do novo BlackBerry nos Estados Unidos.

“Esperamos que o novo aparelho da RIM receba tratamento de ´herói´ por parte da AT&T e que a operadora promova o produto de maneira agressiva”, disse o analista Ehud Gelblum, do Morgan Stanley, em relatório.

O novo celular da RIM deve ser lançado no Canadá e na Europa Ocidental ainda este ano, a tempo da temporada de compras natalinas, disse Thornton, da Avian.

As ações da RIM negociadas em Nova York subiam quase 4 por cento às 13h56 (horário de Brasília), para 44,3 dólares.

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ago 01

Falha em aplicativo do Citi para iPhone salva dados de clientes

Brecha de segurança permitia armazenar informações em arquivo oculto.
Segundo o banco, problema atingiu apenas usuários do smartphone nos EUA.

O Citigroup informou nesta segunda-feira (26) que descobriu uma falha de segurança em seu aplicativo para iPhone que permitia salvar os dados bancários de clientes em um arquivo oculto no smartphone da Apple ou no computador. Dados como números de login de conta e pagamentos de faturas, entre outros, eram armazenados em arquivos ocultos, segundo informação publicada inicialmente no “Wall Street Journal”.

Em comunicado, a porta-voz da instituição, Natalie Riper, procurou minimizar o problema. “Não temos razão para acreditar que as informações pessoais de nossos clientes foram acessadas ou usadas de forma inapropriada por qualquer pessoa. Não há violação de dados”, garantiu.

Após a descoberta da falha, o banco atualizou o programa – chamado Citi Mobile – e solicitou que os clientes baixassem a atualização.

De acordo com o “New York Times”, o Citigroup afirmou que a atualização “exclui qualquer informação Citi Mobile que pode ter sido salva” para o iPhone ou computador de um cliente, assim como “elimina a possibilidade de que isto ocorra no futuro”.

Segundo o banco, o problema atingiu apenas usuários do iPhone nos EUA, embora não tenha informado quantos foram afetados pela brecha de segurança.

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jul 31

Indústria pornô investe em serviços de videochat para o iPhone 4

Produtora planeja exibir atrizes de filmes adultos por até US$ 6 o minuto.
Recurso FaceTime só funciona entre iPhones, com conexão à internet sem fio.

Não demorou muito para que a indústria de entretenimento adulto notasse o potencial do recurso de videoconferência presente no iPhone 4. Lançado há menos de três meses, o smartphone da Apple – aliado ao recurso FaceTime – tornou-se a principal ferramenta de trabalho no segmento de conteúdo adulto por videochat. O FaceTime só funciona entre iPhones e o local, necessariamente, deve ter uma conexão à internet sem fio.

Com mais de três milhões de iPhones 4 já vendidos, a indústria pornográfica seleciona cada vez mais modelos, muitas vezes através de anúncios publicados no Craigslist, para serviços de videochat eróticos. Os novos funcionários ganham seu próprio smartphone para iniciar o trabalho.

“Um telefone é algo muito íntimo; você geralmente não o empresta nem deixa outra pessoa usá-lo”, disse Quentin Boyer, porta-voz da Pink Visual, empresa de especializada em conteúdo adulto que tem planos de vender sessões de atrizes pornô por preços que devem variar entre US$ 5 e US$ 6 o minuto.

Segundo Boyer, a Pink Visual começou a planejar os serviços de videochat para o iPhone 4 tão logo o aparelho chegou às lojas, e acredita que eles estejam disponíveis ao consumidor em algumas semanas, com pagamento via cartão de crédito.

A audiência por serviços de webcam é crescente, assim como o exibicionismo on-line, dado o sucesso de serviços como o do site Chatroulette, que permite que pessoas se conectem aleatoriamente a outros usuários da internet.

Smartphones concorrentes do iPhone também contam com recurso de videochat, mas a Apple sempre se mostrou avessa a conteúdos considerados pela companhia como “inadequados” e “impróprios” – que geralmente não costumam ser aceitos para figurar no iTunes.

Pais e educadores temem que o FaceTime possa facilitar o contato de crianças com material pornográfico ou pedófilos.

Ao comentar o surgimento de serviços adultos para o iPhone 4, a Apple ressaltou que as pessoas podem escolher com quem conversar, assim como para quem fazem chamadas regulares, e os pais podem desativar o recurso FaceTime.

Especialistas acreditam, no entanto, que seria melhor se os pais pudessem criar uma lista “segura” de pessoas que possam receber chamadas de seus filhos.

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