O Spotify pode ser usado também em dispositivos baseados nos sistemas operacionais Android e Symbian.
O serviço de música Spotify realizou atualizações em seu aplicativo voltado para o iPhone – o Spotify iPhone – e que agora permite o compartilhamento de arquivos de música e playlists via SMS. No entanto, essa ferramenta só é compatível com a mais nova versão do sistema operacional mobile da Apple, o IOS 4.
A Spotify também adicionou um ícone de alta resolução para o iPhone 4, e consertou algumas falhas notificadas por usuários, como um erro na atualização de faixas na caixa de entrada, indicou um post da companhia, nesta terça-feira (10/8).
O novo aplicativo está disponível por meio da Apple Store. O Spotify iPhone é gratuito, mas, para acessar o serviço a partir do smartphone da Apple, o custo é de 13 dólares mensais.
Além do iPhone, o aplicativo está disponível também para dispositivos baseados nos sistemas operacionais móveis Android e Symbian. Até o momento, apenas Finlândia, França, Países Baixos, Noruega, Espanha, Suécia e Reino Unido podem utilizar a novidade.
Disponível para iPhone, iPod Touch e iPad, atualização do sistema operacional corrige falha relacionada à visualização de arquivos PDF.
Como previsto na semana passada, a Apple lançou hoje, 11/8, uma atualização do seu sistema operacional móvel para corrigir a brecha explorada por hackers para criar o jailbreak lançado na semana passada, o JailbreakMe, que permitia o desbloqueio do aparelho com uma simples visita a um site.
O update para o iOS 4.0.2 (para iPhones e iPods Touch) e o 3.2.2 (para iPad) já está disponível para download pelo iTunes. Segundo a própria Apple, a atualização corrige “uma vulnerabilidade de segurança relacionada com a visualização de arquivos PDF mal-intencionados”.
A nova versão do sistema corrige a falha crítica (da maneira como o OS renderiza arquivos PDF) presente no iOS 4 e no 3.2.1, que permitia que arquivos fossem transferidos apenas com a visita a um site, sem grande intervenção do usuário. Dessa maneira, outros hackers não tão “bonzinhos” poderiam explorar a mesma brecha com outras intenções.
Ele têm mais relações do que os que possuem Android e BlackBerry.
Pesquisa foi feita pelo site de relacionamentos OkCupid
Uma pesquisa realizada por um dos maiores sites de encontros dos Estados Unidos revelou que os donos do iPhone tem mais chances de ter relações sexuais do que a média de usuários dos smartphones BlackBerry ou com sistema operacional Android.
O site OkCupid, que é uma rede social que proporciona encontros e namoros, reuniu estatísticas dos seus usuários, revelando que mulheres na faixa dos 30 anos que possuem um iPhone tem duas vezes mais parceiros sexuais do que os usuários do sistema Android e 25% mais do que as donas de um BlackBerry. Homens com média de 30 anos que têm o smartphone da Apple também tiveram mais parceiras do que os que possuem os outros aparelhos.
A pesquisa realizada com 10 mil usuários do site OkCupid revelou que até em faixas etárias mais amplas, dos 18 aos 40 anos, por exemplo, os donos do iPhone têm mais relações sexuais do que os que têm um BlackBerry. Em número de relações, os usuários do Android estão em último do ranking.
A empresa também detalhou a progressão de idades entre 18 e 40, que ilustrou o ponto mais longe, mostrando uma tendência semelhante, com os usuários do iPhone com o maior número de parceiros com os usuários BlackBerry em todo arrastando atrás de relativamente perto, e os usuários do Android ranking passado.
Agora está muito mais fácil escapar da loja da Apple para instalar aplicativos no iPhone – para quem quiser se arriscar. Até pouco tempo atrás o jailbreak era ilegal nos Estados Unidos, só que agora está legalizado e até mais simples de fazer. A partir de ontem já é possível instalá-lo sem o auxílio de um computador, direto no iPhone, por meio da URL www.jailbreakme.com.
O jailbreak, disponibilizado pelo iPhone Dev Team, torna possível a instalação de aplicativos no telefone pela Cydia, uma alternativa à Apple Store. A Cydia ainda não tem aplicativos que tirem o máximo potencial do iPhone 4, mas o jailbreak destrava o novo modelo também, além do 3GS, o 3G e até o iPad.
Fazer o jailbreak pode travar o sistema operacional e fazer com que ele não funcione direito. Bugs também podem ocorrer. Um já reportado foi o de interferência nas videoconferências do FaceTime no iPhone 4. Mas, segundo o iPhone Dev Team, esse bug já foi corrigido.
No entanto, muitos usuários estão dizendo que fizeram o processo e tudo transcorreu tranquilamente. Aqui, conseguimos fazer tudo em só 2 minutos e 42 segundos. Mesmo assim, faça isso por seu próprio risco, pois o jailbreak acaba com a garantia do telefone. Pelo vídeo do site 9 to 5 Mac dá para ver que o processo voltou a ser bastante simples, como em uma das suas primeiras versões que também dispensava o computador:
Desenvolvedor Jailbreakme lançou uma forma que permite aos usuários Apple acessarem conteúdo criado no software de vídeo da Adobe
Usuários de iPhone que quiserem acessar páginas da internet e gráficos baseados em Flash já podem o fazer – caso estejam dispostos a baixar um software que pode prejudicar a garantia do aparelho. Comex, desenvolvedor que lançou um aplicativo jailbreak para iPhone, agora revelou um hack, chamado Frash, que permite aos aparelhos “jailbroken” rodar a plataforma Flash. A Apple se recusa a suportar o Flash no iPhone, iPad e iPod Touch já há algum tempo, o que já causou troca de acusações entre a fabricante a Adobe.
A companhia afirma que o software multimídia da Adobe é instável e abre brechas na segurança do dispositivo, enquanto, ao mesmo tempo, a Adobe acusa a Apple de querer controlar a web.
Os fãs do iPhone que não estão interessados nessa discussão corporativa e apenas desejam interagir com o conteúdo da internet, a maioria criada em Flash, podem o fazer agora, utilizando a ferramenta da Comex para desbloquear o aparelho e instalar o Frash.
Nos Estados Unidos, a Library of Congress, autoridade que cuida desses assuntos, afirmou no início deste mês que ações de “jailbreak” não violam o Digital Millennium Copyright Act. Ainda assim, a Apple alerta seus clientes que este ato viola os termos de serviço da companhia e que se reserva do direito de encerrar o serviço para “jailbreakers”.
“A Apple expressa muita preocupação em relação à instalação de qualquer software que haqueia o sistema operacional”, informou a Apple em um boletim em seu fórum de suporte.
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