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fev 08

Uma penca de telefones com tela sensível ao toque e sem teclado físico passou pelo INFOLAB nos últimos meses. Pelo menos quatro deles merecem uma boa olhada: Samsung Omnia, HTC Touch Diamond, Nokia Tube e LG Renoir.

Alguém duvida que ele é imbatível? Pelo menos não dá para negar que o iPhone revolucionou a telefonia móvel, unindo um hardware bonito com uma interface incrível. Na versão 3G, virada de cabeça para baixo em nossos testes, ele ainda ficou mais útil para o usuário corporativo, por sincronizar dados com o Exchange.
O Nokia Tube, ou 5800 XpressMusic, conseguiu a proeza de não precisar de botões nem stylus. Ponto para a interface moleza de comandar, com botões grandes em todos os menus e aplicações. O celular musical inova também na tela sensível ao toque háptica, que dá a impressão de que você está tocando num botão.
Se a sua onda é tirar fotos pelo celular, ninguém é melhor que o Renoir, da LG. Ele tem uma poderosa câmera de 8 megapixels e interface das mais amigáveis. Dá para navegar apenas com os dedos, com boa resposta tátil. Também manda bem na navegação e possui uma série de widgets para você personalizar a área de trabalho.
O maior problema dos candidatos a iPhone é que a maioria deles não tem uma interface feita para mexer em tudo apenas com o dedo, apelando para botões ou canetinha stylus. Um dos que melhor resolve essa questão é o Omnia, da Samsung, com um microtouch pad bacana para comandar tudo o que não foi desenhado para o touch screen.
O HTC Touch Diamond traz a evolução da interface TouchFLO, agora 3D – bem mais esperta e bonita que a original. O menu de programas é uma das melhores coisas, pois dá para ver tudo numa lista fácil de pilotar com o dedo. Soma-se a isso um espaço de 4 GB para você entupir de arquivos e uma porção de programinhas espertos.

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jul 16

Assaltantes estão cada vez mais procurando iPhones e outros smartphones, mas as vítimas agora podem se defender com tecnologia.

Um dispositivo permite que o usuário ative remotamente uma sirene alta criada para intimidar o ladrão. Outro aplicativo, criado para iPhones, pode revelar a localização do aparelho.

Estatísticas da polícia mostram que crimes pequenos diminuíram em Nova York, mas depoimentos de vítimas e reportagens recentes sobre roubos nas ruas de aparelhos caros e cobiçados, como o iPhone da Apple e o Sidekick da T-Mobile, têm incomodado usuários de smartphones, preocupados com o acesso indesejado a seus e-mails, senhas e outros dados.

“Quando vemos um aumento (no número) de ladrões, grande parte tem a ver com a procura de produtos altamente desejados”, disse o porta-voz da polícia de Nova York Paul Browne. “Nos últimos dois anos, (os alvos) têm sido iPods, Sidekicks, iPhones.”

Ele disse que a maioria desses crimes envolvem jovens assaltando outros adolescentes e acontecem em metrôs durante a tarde, após a saída da escola.

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jul 15

Depois das seguidas reclamações de superaquecimento, a Apple decidiu reformular uma página de suporte do iPhone, incluindo a informação de que as versões 3G e 3GS devem ser usadas entre as temperaturas de 0ºC e 35ºC.

De acordo com o novo suporte, se for usado em outras condições que não essas, o aparelho pode diminuir a vida da bateria ou parar de funcionar temporariamente. Uma parte da página da Apple lembra até que não se poderá deixar o celular no carro, por exemplo, pelas altas temperaturas de alguns estacionamentos.

Nas situações em que o aparelho parar pelo superaquecimento ainda poderão ser feitas ligações de emergência, completou a empresa.

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jul 15

Jailbreak do celular para o uso de aplicativos não reconhecidos pela Apple remove cerca de 80% das proteções do iPhone.

Disposto a “destravar” seu iPhone? Pois sabia que um especialista em segurança afirma que o chamado jailbreak (processo que abre o celular para aplicativos não reconhecidos pela Apple) deixa o aparelho mais vulnerável a ataques, pois desabilita a maioria das proteções originais.

A afirmação é de Charlie Miller, conhecido por vasculhar produtos da Apple em busca de falhas de segurança. Ele já ganhou por dois anos seguidos o concurso CanSecWest, no qual computadores são invadidos em poucos minutos. “Se você se preocupa com a segurança do aparelho, não faça o jailbreak”, afirma ele.

Miller fez a declaração durante a conferência SyScan, que acontece em Cingapura. Segundo o especialista, o processo remove cerca de 80% dos recursos de proteção do aparelho, tornando-o muito mais vulnerável. Ele afirma que a versão do sistema operacional utilizada pelo iPhone (sem alterações) é mais segura que o Mac OS X utilizado nos desktops ou notebooks, por exemplo.

Isso se deve ao fato de que várias capacidades presentes na versão para Mac do sistema não fazem parte do software para iPhone, como suporte a Java e Flash. Além disso, o celular da Apple também não suporta recursos contidos em arquivos em PDF (responsáveis por várias vulnerabilidades do Mac OS X). Com isso, os crackers têm poucas vulnerabilidades a explorar, segundo Miller.

Para completar, os iPhones com software original são limitados a rodar aplicativos que foram aprovados pela Apple, o que significa que um cracker não pode simplesmente instalar e executar seu software no celular. E o iPhone tem proteções de hardware para os dados armazenados em sua memória.

Há dois tipos de desbloqueio do iPhone: o que permite fazer o aparelho funcionar com qualquer operadora e o já explicado jailbreak.

Adotado por muitos usuários com maior conhecimento do aparelho, esse procedimento polêmico amplia o leque de opções de softwares e operadoras, mas também pode tornar o smartphone mais lento, além de fazer o celular travar com maior frequência.

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jul 15

Novo iPhone tem problema de superaquecimento

Postado em: iphone, noticias | por: Iuri Iovanovich, ás 10:48 Sem Comentários »

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Problema seria ocasionado pelo uso de GPS e games no smartphone.

Apenas duas semanas depois do lançamento do novo iPhone 3G S, o aparelho já é alvo de uma polêmica em sites, blogs e fóruns na internet.

O caso foi divulgado primeiro no site “Nowhereelse.com”, que mostrou fotos dos novos aparelhos da Apple com pequenos pontos queimados depois da utilização do sistema de GPS e jogos nos dispositivos móveis. Ainda segundo a página, os smartphones mais atingidos pelo problema são os de cor branca, que chegam a descolorir ou ficar com uma tonalidade rosa graças ao superaquecimento.

A história está sendo encarada com bom humor pelo site da revista “Wired”, que classificou o smartphone da Apple de um lançamento “quente”.

Dezenas de usuários têm relatado problemas de superaquecimento, que por vezes fazem o aparelho ficar tão quente que é impossível segurá-lo, de acordo com o site do jornal britânico “Telegraph”.

“Eu estava em uma chamada de 20 minutos quando tive que soltá-lo, pois o aparelho estava desconfortavelmente quente”, relatou um dono de iPhone 3G S.

Em fóruns da Apple, muitos donos do novo iPhone se queixam do problema. “O meu iPhone 3G S ficou com a parte traseira quente quando eu estava jogando há poucos minutos. Isso é normal?”, perguntou um usuário, ainda de acordo com o “Telegraph”.

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