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jun 29

Apple perde executivo de marketing do iPhone

Postado em: iphone, noticias | por: Iuri Iovanovich, ás 20:58 Sem Comentários »

A Apple perdeu seu diertor mundial de marketing para o iPhone, Bob Borchers.

O executivo deixou a companhia para se juntar à empresa de capital de risco Opus Capital como sócio, segundo o Wall Street Journal.

O executivo de 43 anos chegou à Apple em 2004 e ficou conhecido por apresentar alguns tutoriais em vídeo para a companhia.

Em seu novo posto, Borchers fará investimentos em companhias da área de tecnologias móveis.

A empresa de venture capital tem mais de 1 bilhão de dólares em capital investido e tem quatro sócios

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jun 29

iPhone chega com pé na porta ao YouTube

Postado em: iphone, noticias | por: Iuri Iovanovich, ás 15:01 Sem Comentários »

iphone-youtube

A função de gravar vídeo tardou a chegar no iPhone, mas quando chegou, veio com tudo.

Apenas seis dias após o lançamento do iPhone 3GS, primeira versão do aparelho com câmera de vídeo embutida, os uploads de vídeos a partir de celulares no YouTube aumentaram 400%.

A tendência é que o número continue crescendo, já que a interface de gravação, edição e envio de vídeos a partir do aparelho é extremamente simples e eficaz. Ponto para o time de Jobs!

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jun 29

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Todo mês alguém inventa um novo gadget ou aplicativo para iPhone. A maioria é besteira. Com o início das vendas do iPhone 3GS, era óbvio que alguém ia lançar algo. E a WildCharge o fez, e conseguiu chamar atenção com seu carregador sem fio Touchstone.

O sistema é simples, um pouco estranho, mas te salva de alguns fios. Ele precisa apenas de um condutor magnético para carregar seu iPhone. Para isso, você terá que envolvê-lo em uma proteção com um gel específico que o transformará em condutor. Ou seja, saem os fios, entra uma capa de gel.

O kit de 79 dólares vem com a capinha e a base para você carregar seu iPhone sem se enrolar nos fios. E aí? Você prefere um gel ou mais um fio para sua coleção?

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jun 29

Na primeira meia hora da reunião, não surpreendeu muito que o potencial cliente passasse o tempo todo mexendo em seu iPhone, disse Rowland Hobbs, presidente-executivo de uma empresa de marketing em Manhattan.

Quando ele continuou a fazê-lo depois de uma hora, já parecia exagero. E, depois de uma hora e meia, Hobbs e seus colegas não conseguiam nem imaginar o que ele poderia estar fazendo com o celular pela duração de um filme.

Alguém espiou por sobre o ombro do cliente. “Ele estava jogando um game de corridas”, disse Hobbs. “Mas fazia perguntas, desviando os olhos ocasionalmente de seu iPhone”.

Mas, acrescentou o executivo, “nós não reclamamos. Queríamos sua conta mesmo assim”.

Agora que celulares inteligentes com capacidade de acesso à internet se tornaram equipamento padrão para executivos, as pessoas vêm cada vez mais cedendo à tentação de verificar e-mails, Facebook, Twitter ou até placares esportivos durante reuniões.

Mas irrompeu um debate animado sobre etiqueta. Os tradicionalistas afirmam que usar um iPhone ou BlackBerry durante uma reunião é tão cafona quanto convidar alguém para jantar e pedir uma pizza. Já os defensores da tecnologia afirmam que ignorar mensagens de texto em tempo real no mundo do “preciso para ontem” é aceitar um risco indevido.

Em Hollywood, agências como a Creative Artists Agency e a United Talent Agency proíbem o uso de BlackBerrys em reuniões. Tom Golisano, um bilionário envolvido em causas políticas no Estado de Nova York, disse na semana passada que pressionou pela demissão de Malcolm Smith como líder da maioria democrata no Senado estadual depois que o senador passou uma reunião inteira sobre o orçamento lendo e-mails em seu BlackBerry.

Usar o celular se tornou rotina no mundo empresarial e da política – e irrita muita gente. Um terço dos mais de 5,3 mil trabalhadores pesquisados em maio pelo Yahoo HotJobs, um site de empregos e carreiras, disseram verificar e-mails frequentemente durante reuniões. Quase 20% dos entrevistados contaram ter sido repreendidos por maus modos devido ao uso de aparelhos de comunicação sem fio.

A despeito da resistência, o debate sobre etiqueta parece estar se encaminhando a uma vitória dos celulares inteligentes, dizem muitos executivos. Os chefes das empresas o fazem, e os estagiários também. É uma prática que não distingue entre sexos ou geração, ou entre o setor público e o privado.

Alguns anos atrás, “apenas os executivos de bancos de investimento” usavam BlackBerrys durante reuniões, diz Frank Kneller, presidente-executivo de uma empresa do Illinois que produz sistemas para tratamento de água. “Agora todo mundo usa”. Ele diz que se percebe que seis das 10 pessoas presentes estiverem digitando enquanto fala, sabe que é hora de acelerar sua apresentação.

Para os funcionários do governo, em Washington, manter a cabeça baixa e o silêncio é prática comum quando alguém está falando durante uma reunião, diz Philippe Reines, assessor sênior da secretária de Estado Hillary Clinton. Ainda que o uso de BlackBerrys seja proibido em certas divisões do Departamento de Estado, por motivos de segurança, em todas as áreas em que seu uso está autorizado, ele é epidêmico.

“Metade dos participantes ficam trocando mensagens de BlackBerry entre eles, como se fosse uma sub-reunião, na qual comentam a reunião principal”, diz Reines. “Os BlackBerrys se tornaram uma espécie de balão de pensamento de história em quadrinhos”.

Alguns profissionais admitem o envio ocasional de comentários zombeteiros sobre uma reunião, mas a maioria insiste em que seu uso de celulares inteligentes se deve a motivos legítimos: responder a pedidos urgentes, consultar dados na internet a fim de contribuir para uma questão em debate ou simplesmente tomar notas.

Ainda assim, a prática continua a ser irritante para alguns. Joel Klein, o diretor geral de educação pública de Nova York, tem tamanha reputação por consultar seu BlackBerry durante reuniões com o público que os pais brincam que seria mais fácil lhe enviar um e-mail. Poucas empresas adotam normas formais sobre o uso de celulares inteligentes em reuniões, diz Nancy Flynn, diretora executiva do ePolicy Institute, um grupo de consultoria em Columbus, Ohio. Flynn aconselha seus clientes a encorajar os funcionários a desligar todos os aparelhos durante uma reunião.

“As pessoas erroneamente acreditam que digitar distrai menos do que falar”, ela diz. “Mas na verdade pode distrair igualmente, ou até mais. E de qualquer forma é muito desrespeitoso para com quem estiver falando”.

Mas ainda assim, negócios podem ser conquistados ou perdidos, dizem executivos, a depender da resposta a uma mensagem de e-mail. “Os clientes presumem que têm acesso permanente a você”, diz o consultor David Brotherton, de Seattle. “Os consultores que não estão disponíveis o tempo todo tendem a ser menos procurados”.

Brincadeiras por via eletrônica podem estimular a criatividade em reuniões, na opinião de Josh Rabinowitz, diretor de música na agência de publicidade Grey Group, em Nova York, que confessa trocar mensagens contendo piadas, ideias ou dúvidas com colegas durante reuniões – “coisas que não se poderia dizer em voz alta”.

E isso tende a relaxar o ambiente. “Parece propiciar mais energia produtiva”, ele diz.

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jun 29

A versão mais barata do novo iPhone custa 179 dólares em materiais e despesas de produção, segundo uma detalhada análise do grupo de pesquisas iSuppli, divulgada nesta quarta-feira.

Para a produção do modelo de 16 gigabytes do novo iPhone, os materiais custam 172,46 dólares e a fabricação, 6,50 dólares, avaliou a iSuppli.

No varejo, o aparelho celular é vendido a 199 dólares, mas o valor é em grande parte subsidiado pela compra vinculada ao plano de serviços da operadora norte-americana AT&T, que tem direitos exclusivos de venda do produto.

No ano passado, a iSuppli avaliou os custos de material e produção do modelo mais barato do iPhone 3G de segunda geração em 174,33 dólares.

O analista da iSuppli Andrew Rassweiler afirma que o iPhone 3GS é semelhante ao 3G em termos de componentes e design.

“Ao balancear este aspecto em comum para otimizar o custo dos materiais, e se aproveitar da queda dos preços no mercado de componentes eletrônicos, a Apple pôde fornecer um produto de mais alto nível com mais espaço de memória e mais ferramentas, mas com um custo de materiais e fabricação só um pouco maior.”

O novo iPhone manteve processador de aplicativos da Samsung e é equipado com memória flash da Toshiba.

O aparelho também usa chips da Broadcom, da Infineon Technologies AG, da STMicroelectronics e da TriQuint Semiconductor.

O iPhone 3GS chegou às prateleiras na última sexta-feira, e vendeu mais de 1 milhão de unidades nos primeiros três dias desde o lançamento, segundo a Apple.

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